Design·

Uma plataforma que se adapta a quem usa, não o contrário

Síndicos de diferentes perfis e horários têm necessidades visuais distintas. Software bem feito acompanha isso.

Gestão de condomínio não tem perfil único. Há síndicos que trabalham no sistema logo cedo, antes de sair para o trabalho principal. Há administradoras que encerram lançamentos às 22h. Há conselheiros com mais de 60 anos que preferem textos maiores e mais contraste.

Um bom sistema precisa funcionar para todos esses perfis — não só para o usuário ideal que o desenvolvedor imaginou.

O problema da tela branca às 23h

Interfaces que só existem em modo claro penalizam quem trabalha à noite. O brilho intenso cansa a visão, dificulta a concentração e, em telas grandes, pode causar desconforto real após horas de uso.

Isso não é preferência estética — é ergonomia. As mesmas discussões que levaram editores de código e sistemas operacionais a adotar modo escuro se aplicam a qualquer software usado por períodos longos.

Claro, escuro ou automático — você escolhe

O Acesse Seu Condomínio tem suporte nativo a modo escuro com três opções. Veja como cada uma fica na prática:

Interface em fundo branco, independente da preferência do sistema operacional. Ideal para uso durante o dia em ambientes bem iluminados.

Modo automático (padrão): segue a preferência configurada no sistema operacional. Quem usa Windows ou macOS em tema escuro já entra na plataforma sem precisar ajustar nada. A preferência fica salva no navegador entre sessões.

Whitelabel que funciona em ambos os modos

Administradoras que têm identidade visual própria não perdem isso no modo escuro. As cores da marca são ajustadas automaticamente para manter legibilidade e contraste adequados nos dois temas.

Nenhuma tela ou seção fica "quebrada" no modo escuro — esse foi um requisito de design desde o início da reescrita da plataforma. Gráficos, tabelas, modais e demais componentes têm variantes escuras completas.

Veja como ativar em Modo escuro.

Adaptabilidade como princípio

Plataformas que exigem que o usuário se adapte a elas criam atrito invisível. Cada ajuste que o usuário precisa fazer antes de trabalhar é um ponto de abandono em potencial.

O objetivo é o oposto: o sistema entra no ritmo de quem usa.