Você não desliga nada até ter certeza.
A maior razão para não trocar de sistema de gestão condominial não é preço nem funcionalidade — é o medo de ficar sem operação no meio do mês. Aqui os dois sistemas convivem, e a virada acontece quando você disser.
- O trabalho de carga é do nosso time, não da sua equipe
- O sistema antigo continua no ar durante a transição
- A data da virada é decidida por você

As quatro perguntas que ninguém responde antes de você assinar.
Vou ficar sem sistema?
Todo fornecedor diz que a migração é tranquila. Nenhum diz quantos dias você fica sem conseguir emitir um boleto.
Meu histórico vem junto?
Balancetes fechados, acordos de inadimplência, saldo de fundo de reserva, o que já foi cobrado — se ficar para trás, você perde a memória do condomínio.
Quem faz o trabalho?
É aqui que a maioria das trocas morre — a conta é feita em horas da própria equipe, que já não tem folga, e a decisão fica para o ano que vem.
E se der errado no meio?
Sem plano B, uma migração ruim vira um mês de fechamento perdido e uma assembleia difícil de explicar.
Da primeira conversa à primeira prestação de contas no ASC.
- 1
Diagnóstico
Mapeamos o sistema que você usa hoje, o volume de unidades e o estado dos dados de origem. Saímos daqui com um cronograma por escrito, não com um contrato.
- 2
Carga dos dados
Unidades, plano de contas, saldos, cobranças em aberto e acordos entram por planilha ou direto da sua base. O trabalho é nosso; você confere o resultado contra o sistema antigo.
- 3
Operação em paralelo
Os dois sistemas ficam no ar ao mesmo tempo. A equipe opera no ASC com a rede de segurança do sistema anterior do lado, pelo tempo que for necessário.
- 4
Virada e treinamento
O desligamento acontece quando você decide. Treinamento da equipe e comunicação com os moradores fazem parte da implantação, não são item à parte.
A migração é o custo. Isto é o retorno.
O fechamento para de depender de digitação
NFe e NFS-e entram sozinhas e viram conta a pagar com o documento anexado. O que não é digitado não precisa ser conferido.
A prestação de contas fica pronta antes de ser pedida
O balancete se monta a partir do que foi pago, com o comprovante em cada lançamento — não na semana anterior à assembleia.
O conhecimento sai da cabeça da pessoa
A rotina de fechamento passa a viver no sistema. Quando alguém sai da equipe, o processo continua igual.
Trilha de auditoria em cada lançamento, do documento ao balancete.
Quando um condômino perguntar, a prova está a um clique.
O que sustenta a decisão de trocar não é a migração em si — é o que passa a ser possível quando cada lançamento carrega o documento que o originou.
- Cada despesa guarda a nota fiscal que a gerou, anexada ao lançamento
- Todo registro grava quem fez, quando e a partir de qual documento
- O conselho consulta sem depender de alguém montar uma planilha
- O histórico continua acessível depois da virada, sem consultar o sistema antigo
Traga o nome do seu sistema atual.
Na demonstração mostramos exatamente o que conseguimos importar dele, quanto tempo a carga leva no seu volume de unidades e como fica o período em paralelo.
Dúvidas sobre a migração
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