Plano de contas
O plano de contas é a espinha dorsal da contabilidade do condomínio. Cada lançamento, cobrança e despesa aponta para uma classe financeira, e é essa classificação que faz o balancete dizer alguma coisa: sem ela, o relatório fecha em valor mas não explica onde o dinheiro entrou nem saiu.
A estrutura
Contas a Receber → Plano de contas
O plano é hierárquico, com dois tipos de classe:
- Sintética — agrupa outras classes e não recebe lançamento direto. É o total que aparece consolidado no balancete.
- Analítica — a ponta da árvore. É nela que os valores são lançados.
A tela mostra a árvore com expandir tudo e recolher tudo, e a busca aceita classificação, descrição ou código — útil quando o plano é grande e você sabe o número, mas não onde ele está.
Onde o plano é usado
A mesma estrutura serve os dois lados do caixa:
| Uso | Onde |
|---|---|
| Classificar cobrança e crédito | Clientes e lançamentos |
| Classificar despesa e conta a pagar | Contas a Pagar |
| Filtrar a arrecadação por classe | Arrecadação |
| Compor o orçamento anual | Cadastro do condomínio |
| Montar o balancete | Pasta do Balancete |
| Alimentar a pirâmide de despesa | Análise Gerencial |
Cuidados ao mexer
Alterar um plano de contas em uso tem consequências que só aparecem no fechamento:
Excluir uma classe com lançamentos vinculados não é permitido — é o comportamento certo, e o motivo pelo qual a exclusão pede confirmação explícita.
Quando o plano vem de fora
Condomínios migrados de outro sistema costumam trazer o plano de contas junto, por planilha ou por fonte de dados. Nesse caso, o plano já chega estruturado e o trabalho é de conferência, não de criação — veja Trazer os dados e Conferir o que veio.